Não coloque a culpa em Deus, ele não erra. Se houve erro, a culpa foi sua. E de mais ninguém.

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1 month ago · 23/04/2012 · reblog · 1,576 notes
É complicado. Estar livre e se sentir sufocado pela liberdade excessiva, olhar aqueles casais e ter aquela pontinha de inveja, querer colar em alguém e não soltar, chamar de “mô” e viadagens do tipo, sentir vontade de ter alguém que espera por você, que pensa em você, alguém pra ser… Seu. E estar comprometido e querer espaço, ter um ou vários casos de uma noite, alguém que venha fácil e vá fácil, fazer sacanagem no banheiro de algum lugar lotado, um corpo quente quanto a noite fica fria, o sentimento de conquista, palavras meio cafajestes sussurradas ao pé do ouvido… Acho que não tem jeito da gente ficar satisfeito, tem?
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1 month ago · 10/04/2012 · reblog · 2,497 notes
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“Eu estava me estranhando, por que nunca passei tanto tempo tentando decifrar alguém.  Meus olhos estavam atentos a cada gesto dela. Até o mais ingênuo movimento dos teus cabelos, eu observava fixamente.
Que garota era aquela? Nunca havia visto alguém com tamanha beleza e leveza ao sorrir. Nunca havia me imaginado ao lado de alguém, antes de vê-la. Em tão pouco tempo, sonhei absurdamente em ter-la como Minha.

Ela tinha cara de Renata, mas sorriso de Barbara (Na verdade pouco importa o nome). Parecia também ter quem amar, ou seria só impressão minha? Não tinha cara de quem vive só, cambaleado a procura. Ao contrario, as pessoas que andavam cambaleando a sua procura.
Tinha olhos de quem não viveu nem a metade do que quis ou realizou todos os sonhos que havia sonhado, até aquele momento.

Olhos de quem nunca desistiu e atitudes de quem nunca desistiria daquela missão que haviam lhe dado: viver o suficiente para fazer do pouco tempo que tinha, o mais inesquecível.

A pele branca, cansada, indicava seu estado. Tal estado exterior não se comparava ao estado interior. Que grande coração aquela jovem deveria ter. Quem me falou sobre ela, não se enganou em cada palavra meiga.
“Mas que vontade de cuidá-la” pensava comigo. A via com os olhos e a sentia com o coração.

Enfim, pouco durou tanto pensamento e tanta observação, assim que ela me viu, eu tratei de parar de olhá-la.
O que ela pensaria? “Quem é o louco me olhando?” Aquela moça, naquela tarde nunca mais saiu da minha cabeça. “Pobre, que tinha que viver trancada nos meus pensamentos”

À noite, ela saiu do quarto, para andar no corredor e eu estava indo para casa. Meu expediente havia terminado.
- Moço, por gentileza pegue um copo d’gua?
- Claro!
Ela olhou cada movimento meu.
- No começo é assim? Da muita sede?
- Não sei.
- Você não é enfermeiro? Vi-lhe, hoje na porta do meu quarto.
- Desculpe-me se lhe incomodei. Pensei que você não havia me visto.
- Apesar da quantidade de enfermeiros no quarto, você foi o único que eu reparei. Disfarcei bem, não?
- Muito bem – respondi timidamente
- É terminal
Eu arrepiei e ao mesmo tempo senti meu coração espetar como uma agulha espeta um balão Ele foi se desfazendo, bem aqui dentro do peito.
Ela continuou

- O bom disso, é que eu não preciso raspar meu cabelo. Nada contra carecas, mas o cabelo me cai bem – ela sorriu, mas eu não conseguia engolir o fato de tal moça, tão bela estar condenada (como se pessoas bonitas não pegassem doença) – Desculpe você estava indo né?
- Tudo bem, quer conversar? – eu queria passar mais alguns minutos com ela
- Não consigo dormir – deixou de ser uma agulha, agora era uma faca me cortando, ao encher seus olhos de lagrima.
 - Não chore.
- Eu me acostumei com a doença… Mas não com o medo. Será que depois, vai ficar tudo bem?
- Pra você vai – uma lágrima fugiu da minha muralha e saiu pelos meus olhos.
- Porque “pra mim?”
- Ruim é para quem fica.
- Não tenho ninguém para sentir minha falta.
- Moça, desde a primeira vez que eu lhe vi, eu sinto tua falta – eu disse, levantando seu rosto
- Não se apegue as coisas que não são permanentes – ela falou em tom de exigência
- Você não é uma coisa. Você é uma garota… - ela me interrompeu
- Que está morrendo.

Ela caiu no choro, então a abracei, como quem abraça algo que não quer soltar nunca mais. Então um dia, que eu olhasse para trás, poderia dizer que a moça que encheu meus olhos de amor, foi minha por alguns segundos.

(Denis)

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1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 520 notes
via un-equal · originally lovewithoutlimits
1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 104,172 notes
  • Usando o dinheiro da minha mãe: Vou comprar tudo.. R$ 150,00? Ok, vou levar.
  • Usando meu dinheiro: R$2,00? Não faz por R$1,50? Não sei, tô achando caro..
via bboliveira · originally niggaquisha
1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 47,232 notes
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1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 10,465 notes
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1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 9,572 notes
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1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 37,210 notes
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1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 64,692 notes
É assim que sou, abstrato, uma incógnita. Afasto quem mais amo, acabo por amar quem não deveria. Falo coisas sem pensar, coloco minhas amizades a um fio, prestes a ter fim, por ciúmes. Não sei lidar com palavras, não sei fazer meus relacionamentos durarem muito tempo. Sou tão jovem mas tão desajeitado, as vezes parece que nem eu mesmo me conheço, choro por palavras não ditas, choro por palavras ditas, sou confuso ao extremo. Digo na hora de ficar quieto, e fico quieto na hora de falar. Me iludo com besteiras, faço mais pras pessoas do que deveria, e recebo menos do que merecia. É assim que sou.
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1 month ago · 01/04/2012 · reblog · 2,679 notes
É como se você gritasse e ninguém pudesse ouvir.Você sempre se sente envergonhado por alguém poder ser tão importante daquel jeito, que sem essa pessoa você se sente um nada. Ninguém vai entender o quanto isso dói.Você se sente sem esperanças, como se nada pudesse te salvar, tudo se foi e está acabado.Você quase deseja ter todas aquelas coisas ruins de volta, só pra elas virem com as boas junto. - Rihanna
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